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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Dilemas materno-trabalhistas

Porque quando falaram em realizar o Congresso no mês de março eu logo avisei: que não seja na semana do dia 24 que é aniversario do meu filho. Melhor teria sido se eu tivesse sugerido a data do dia 24. 

Assim vai ser. O aniversário de 4 anos dele eu vou passar longe, em outro estado, trabalhando muito. Longe por cerca de uma semana! De arrasar qualquer coração de mãe. De revoltar qualquer um que trabalhe mesmo gostando do que faz e mais ainda quando se está em estado de descontentamento profissional.

Eu tentei muito mudar de emprego e não ter que encarar a situação, mas esta alternativa foge do meu controle. Na atual situação financeira eu não posso me negar a ir. São 5 anos e meio de empresa, um conhecimento acumulado razoável, bastante experiência e muitas obrigações. Simplesmente não dá para reverter o quadro.

As reuniões preparatórias estão sendo constantes. Nelas, eu aproveito para avisar que dia 24 não vai ser fácil para mim. Para que me tolerem e respeitem naquele dia. Eu torço para que dê tudo certo. E para que ele possa curtir o dia com um parabéns na escola bem animado e contente já que nem um beijo eu vou poder dar e ainda nem sei ao certo como vamos comemorar depois já que a grana está curta e as datas enroladas, já que na semana seguinte é feriado e depois talvez fique longe demais. Antes já estarei viajando e não sei mais o que fazer. 

O fato é que ele pede a festa dele e já diz quem quer convidar. Só falta a mãe decidir e ficar em paz consigo mesmo para resolver e colocar tudo em ordem. Afinal, um dilema como esse merecia anos de terapia para ser resolvido!

segunda-feira, 31 de março de 2014

3 parabéns para os 3 anos

Verdade, exagerada verdadeira.

Pela primeira vez, desde que completa anos, Arthur teve seu aniversário em um dia de semana. Ele nasceu em uma quinta-feira, mas como o ano seguinte foi bissexto o aniversário caiu no sábado e no ano seguinte, no domingo. Nos dois anos anteriores eu fiz questão de comemorar exatamente no mesmo dia. Mas, por ser na segunda-feira, este ano optei pelo final de semana seguinte (claro!).

Como queria uma festa pequena (só com os familiares e amigos mais próximos), resolvi que ia fazer também um bolo na escola, assim ele teria amigos para comemorar com ele na data verdadeira e a família e os amigos mais próximos dos pais para comemorar no final de semana.

Mas para a família louca e desvairada (no caso, a minha), isso foi suficiente para juntar duas vezes: na data do nascimento e na data da comemoração agendada.

1) #xatiada
Para a escola, Arthur foi comigo encomendar um bolo de morango, como ele mesmo pediu. Naquela semana que antecedeu o aniversário ele tinha ficado doente e só sumiu a febre na sexta-feira. Como achei que ele ia realmente melhorar, liguei na escola para saber como se dava a comemoração por lá. A informação que me deram era de que tinha que mandar o bolo, os descartáveis e o suco e que não podia mandar refrigerante, nem lembrancinhas, nem chapeuzinhos, nem nada mais. Que era para ser só um bolo mesmo.

Ok. Fui buscar o bolo perto da tal hora do lanche (o bolo seria logo depois do lanche) e segui para a escola com tudo. Mas, chegando lá, descobri que não podia ficar junto. Quase morri de chateação e mágoa, mas engoli tudo e vim embora, deixando o bolo, os sucos, os descartáveis e a máquina fotográfica.

Claro e óbvio que a primeira coisa que fui ver quando ele chegou em casa foi as tais fotos.

2) Em casa, parabéns outra vez
Minha mãe tinha comentado sobre fazer um parabéns a mais naquele mesmo dia, mas eu tinha descartado já que ele ia ter parabéns na escola. Quando ela ligou e ele não quis falar com ela no telefone, eu convidei ela para passar em casa e dar um beijo nele, afinal ela mora há cinco quadras da minha casa. Então, ela resolveu que vinha e todos os tios loucos também. No final, juntou todo mundo em casa na maior bagunça. Como não tinha bolo e nem nada, improvisamos um bolo Pulmann e uma vela de sete dias e cantamos um parabéns só para constar.

Ele, que adora um parabéns, ficou todo contente. A reunião rendeu até um selfie animado. 

3) A festa prometida
Arthur adora uma festa e uma bagunça. Um dia, falando com ele que ele ia fazer três anos e tal, ainda no ano passado, ele me pediu uma festa de aniversário. Eu, que já tinha planejado uma viagem que ia sair cara, já estava pensando em não fazer festa e nem fazer nada, mas aí fiquei pensativa. Conforme o tempo passava e a data se aproximava meu coração apertava e eu pensava em como agradar meu pequeno.

Aí, pouco antes de eu sair de férias, me veio na cabeça a ideia de fazer algo pequeno só com a família e alguns amigos próximos nossos. Como solução, a ideia era um parabéns na escola com os novos amigos e outro parabéns com os primos, tios e avós em uma festinha no melhor estilo self-service e sem grandes elaborações. 

Resolvi fazer uma decoração feita por mim (no caso, foi a avó porque eu estava empenhada na monografia da pós e na viagem de férias) e mandar ver em algo simples, mas honesto e bacana. E assim foi. Vi meu menino gritar, pular, brincar, correr e se divertir a valer, que era a ideia desde o início: uma festa para ele. Pude ver e receber amigos e familiares, bater papo e até agendar próximos encontros. Reunir a família, que tanto ama meu garotinho, para estar com ele neste momento de alegria.

No final, foi cansativo, mas valeu a pena e deu bastante certo! Só pude sair daquela festa com o coração aliviado e com a sensação de missão cumprida.

Agora, eu inauguro uma nova hashtag por aqui #aos3 e só espero que no ano que vem eu não tenha que celebrar 4 vezes, porque aí eu não vou aguentar.




sexta-feira, 21 de março de 2014

Os 3 anos e um menino adoentado

Eis que a menos de uma semana de completar 3 anos, o menino ficou doentão. Ele não é de ficar sempre doente, mas desta vez a febre e a tosse chegaram em uma pré-pneumonia.

Começou na madrugada de terça para quarta-feira com um choramingo insistente e que já anunciava o que (de ruim) vinha por aí. Porque se tem gente que diz que mãe reconhece o choro do filho, eu garanto que sei exatamente como é cada choro dele: quando é manha, quando é dor, quando é doença, quando é sono. E pode até parecer loucura, mas eu sei.

Baixamos no PS, quando a febre chegou na tarde de quarta-feira e até chapa do pulmão tiramos. O diagnóstico não era muito bom e a prescrição de antibiótico me deixou preocupada. Como ele nunca tomou este tipo de medicamento (e eu sou super chata para medicar e até febre só medico depois dos 38,5 C) preferi passar por outro médico. Como sempre o pediatra dele não tinha horário e não fez encaixe e como ando farta das ameaças de mudança de médico para ser atendida, resolvi mudar sem aviso prévio ou qualquer coisa assim. Voltei na endocrino pediatra dele, que era muito boa (apesar de muito longe), e paguei a consulta para reembolso já que mudei de plano e ainda não deu tempo de encontrar um pediatra do plano novo, próximo e que seja  bom. Ela é uma boa médica, mas é longe e pego muito trânsito para chegar lá, se não fosse isso seria a médica do Arthur para sempre.

E ela também foi ponderada, principalmente porque a febre deu uma trégua hoje. Vai no xarope, na inalação e na limpeza do nariz. E na reza brava para ele melhorar antes dos 3 anos, que ele completa na segunda-feira.

No final, dei sorte de não ter marcado o aniversário dele para amanhã, mas liguei na escola hoje e combinei um bolo para ele na segunda-feira com fé de que ele vai estar bem até lá! Então vai ter bolo na escola para cantar parabéns que ele foi comigo hoje escolher: de morango. E, no final de semana, tem outro bolo com os mais chegados. Mas tá tudo enrolado ainda. Com a doença dele esta semana não resolvi nada e atrasei meus estudos. Estou com ele no grude desde quarta (em parte por causa da doença e a outra parte por causa da saudades que ele e eu ainda estávamos sentindo) e ficou tudo em suspenso.

Esta semana eu termino de resolver e com fé tudo vai dar certo e, na segunda-feira, meu menino vai acordar para completar 3 anos cheio de saúde. Amém!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Falta 30 dias

Então eu tinha decidido que não ia fazer festa este ano porque o dinheiro ia todo na viagem de férias. 

Eu pensei em fazer um bolo simples em casa só para ele assoprar as velinhas e não deixar de registrar.

Mas então, um dia, ele viu uma foto do aniversário do ano passado e me perguntou onde era. E eu expliquei que era a festa do Arthur e tal. E ele me pediu festa de novo.

E se não bastasse o DNA, meu filho tem a quem puxar e adora uma festa de aniversário e um parabéns igualzinho a mãe dele!

E eu fiquei matutando e pensando o que ia fazer. E o marido deu indireta e as tias já cobraram e eu fiquei pensando o que ia fazer e decidi que vou fazer o que é possível.

Então estou há um mês do aniversário dele me planejando em fazer alguma coisinha bem simples e pequena apenas com os familiares de primeiro grau que já dá quase 50 pessoas.

Pensei em coisa simples mesmo: sanduíche de metro, cachorro quente, pipoca, gelatina, bolo e docinhos. Tudo servido à vontade. Sem um monte de gente que nem convive com minha criança. Só com os primos para brincar e um parabéns para ele apagar as velinhas que ele tanto ama.

Se der, vou fazer uns enfeites para a mesa do lobo mau e dos três porquinhos em feltro. Mas to com tantos planos para as férias e precisando zerar a monografia que acho que não vou conseguir.

Este ano, estou focada em matar a vontade dele mesmo que sem muita gente, mas com todo mundo pronto para fazer ele se sentir amado e querido no seu aniversário!

Que venha dia 24 de março e os 3 anos dessa criatura que amo cada dia mais!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Quase 3

Todo ano eu planejo o aniversário do Arthur com meses de antecedência. Toda vez eu planejo o tema, faço lista de convidados, elaboro lembrancinhas e convites, mas desta vez eu não pensei em nada, eu não planejei nada e estamos há dois meses da data.

Na verdade, este ano, eu decidi que ia viajar. Que ia me dar uma super viagem de férias. Convidei o marido que topou, então eu dediquei meu investimento financeiro para a viagem, que vamos fazer sem o filho e celebrar os 5 anos de casados.

Eis que, um dia desses, conversando sobre pessoas que gostam do Arthur etc e tal, o marido disse que ia convidar fulano para o aniversário do Arthur porque a tal pessoa sempre pergunta do Arthur para ele, pede fotos e etc e tal. E eu perguntei: que festa? E contei que para este ano eu não ia fazer festa, que eu tinha planejado viajar e não ia gastar dinheiro com festa para ele (afinal, todo ano eu que faço tudo, inclusive pagar cada centavo da festa do Arthur), que ia fazer no máximo um bolo para os familiares próximos. E ele se doeu pelo fato e eu, que não sou muito boazinha, já respondi que se ele quisesse, ok, ele poderia pagar e fazer a festa já que nos anos anteriores quem tinha feito tinha sido eu.

Só que eu sou uma pessoa que ama festas, né? E aí, depois disso, a pessoa ficou aqui toda injuriada querendo fazer uma festa - nem que fosse bem pequena - para comemorar os 3 anos do filho. E agora eu estou aqui, há 2 meses, pensando em o que será que eu vou fazer para comemorar a data?

Já pensei no tema, já planejei executar algumas coisas e já estou até pensando em uma possível lista de convidados bem enxuta para celebrar além de fazer uma festa na escola para não ter que convidar os amigos de lá. Eu só sei que ando pensando nisso mesmo tendo me prometido que eu não ia fazer festa - só um bolo para os familiares. E agora fico aqui brigando com minha vontade de festa e sem saber exatamente o que fazer. E, agora José?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Arte para o Biso

Mais um ano se passou e o Biso fez aniversário de novo. O terceiro com o bisneto presente. Este ano, decidi que iríamos fazer uma arte especial para ele, graças a uma sugestão do papai.

E sábado de sol resolvemos que íamos brincar de tinta. Adivinha se não foi a maior folia?


Pintamos a mãozinha e o pezinho do Arthur e carimbamos em uma tela, que é boa porque já tem estrutura para ser pendurada na parede (e a gente não duvida que seja isso que o biso vá fazer). 

Depois, de quebra, deixei ele ficar pintando em um papel bem grande que tinha de amostra e tinha guardado para ele aprontar. Como estava mais quente, aproveitamos a brincadeira, que durou a manhã inteira.

Foi uma delícia e a gente quer repetir a arte em breve, basta o tempo ajudar com sol e um pouquinho de calor para permitir o uso da manga curta.

Aliás, este é um bom presente para avós, bisos, tias, pais e mães. Afinal, quem não quer eternizar estas mãozinhas e pezinhos para sempre?

sábado, 30 de março de 2013

Apagamos as velinhas


Volto depois para contar como foi. Estamos aproveitando os últimos dias de férias. Na quarta volto com força total (mas talvez só consiga aparecer mesmo aqui mais pro final da semana, já imagino as milhares de coisas que me esperam no trabalho!!!)


domingo, 24 de março de 2013

2 anos


E faz 2 anos. Não sei se sentir o tempo passar, assim, te olhando é o melhor ou o pior desta vida.

Sem dúvida, é lindo te ver crescer e desenvolver suas habilidades, mas pensar que dois anos já se passaram me faz entender a mágica desse amor que apaga tudo que foi ruim e faz nos sentir impotente diante desse tempo que escoa na velocidade da luz levando embora para sempre minha criança.

Sua inocência vai embora enquanto você cresce. Há menos de um ano, por exemplo, você chamava o elevador dando o sinal de vem com a mãozinha em direção ao elevador e hoje já sabe que tem que apertar o botão e não faz mais essa gracinha tão linda e inocente.

E tantas outras gracinhas vão embora com o tempo. Que dor no coração. Será que é isso que faz todo mundo começar tudo de novo outra vez?

Eu ainda não esqueci da dificuldades que tivemos nos primeiros dias e na luta que travamos por uma amamentação exclusiva por seis meses, mas reconheço que hoje as dores não são mais tão fundas e nem mais tão doloridas. Assim como o nascimento apaga as dores do parto instantaneamente te ver crescer também está apagando as dores iniciais e todas as dificuldades que passamos juntos. Aos poucos, as dores se tornam cada vez mais escuras em minha lembrança enquanto as coisas boas ganham, com o passar do tempo, um brilho que somente a saudade e o tempo podem dar. E assim, aos poucos, o que era ruim fica invisível e as coisas boas ofuscam tudo que está em volta. Estas lembranças boas brilham mais que as luzes da cidade em noite escura.

Só faz dois anos e já sinto uma saudades imensas de quando você era um bebê.

Ao mesmo tempo que ver você perder sua inocência e ingenuidade me dói, eu tenho a satisfação imensa de te ver crescer. Ver você aprender novas palavras e se desenvolver me enche ainda mais de amor e alegria. Me encanto com seu jeito, com seus carinhos, com sua risada muito embora sua braveza e suas manhas me irritem quase na mesma constância e proporção.

Dói e pulsa. É assim meu amor por você. Não vejo a hora de te ver formar frases, conversar, ler e escrever. Não vejo a hora de te conhecer de verdade, conhecer seus gostos. Seu humor. Te conhecer e não mais te desvendar e reconhecer sinais como tem sido até hoje, mas temos tempo. Eu não vejo a hora, mas também não tenho pressa. Pode ser contraditório, mas quem disse que amar e criar um filho não seria?

Então filho tome para você esse tempo que enquanto para mim escorre pelas frestas da vida para você são suaves e necessários para crescer e ser feliz. Tome o tempo que você precisa para se desenvolver porque eu estarei aqui para te acompanhar e te dar apoio quando precisar.

Você ainda tem muito tempo. E eu espero que você saiba sempre se respeitar e levar em consideração tudo o que seu coração te diz. Você tem a vida toda pela frente e hoje só completa 2 anos.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

(Ins)PIRADA

Desde que o Arthur completou um ano que penso na festa de dois. Sério. Pirei nessa coisa de comemorar o aniversário dele.

Há uns seis meses descobri o tema que faria para a festa de dois anos: balão. E comecei a pensar, olhar, pesquisar, planejar, querer, desejar e executar!

Na festa de um ano queria ter feito um monte de coisa, mas não consegui. Não tirei férias como queria e acabei contratando uma decoração pronta e fazendo mesmo só os convites impressos e o layout do adesivo das lembrancinhas. Mais nada. Fiquei com aquela sensação de frustração, mas passou. Quer dizer, mais ou menos.

Este ano, as férias já estão marcadas e desde dezembro já tenho convites confeccionados, bandeirolas feita, lembrancinhas pensadas e em fase de execução e uma coleção de idéias e sugestões. Além de muitos planos e uma imensa vontade de fazer a festa dele por mim mesma cheia de amor, capricho e balões!

Estou cotando buffets a domicílio, doces, brinquedos de locação, lembrancinhas e mais um monte de coisas (e quem tiver sugestões e indicações, agradeço). Não paro de pensar nisso. Estou totalmente insPIRADA no tema e apaixonada por ele.

Quer ver a coleção de ideias? Clique aqui no Pinspire de 2 anos do Arthur e pire como eu.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

Aniversário do biso

Este ano, o Arthur vai soprar as velinhas junto com o biso.
Na foto, o ano passado, ele ainda era um bebê de colo!

quarta-feira, 28 de março de 2012

[Vídeo] Arthur: 1 ano


Eu fiz esse vídeo com todo amor do mundo para passar antes do Parabéns do Arthur e assim foi.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Contagem regressiva: 15 dias

Falta 15 dias para o aniversário do Arthur. E eu estou numa ansiedade tremenda. De falar, me dá frio na barriga. Ele bate palmas no parabéns, mostra um aninho e está em um intensivão com a vovó até para soprar velinhas - e não é que já está soprando?

Ele realmente não vai entender nada e vai ficar cansadão com tanta gente querendo pegá-lo, beijá-lo, apertá-lo, abraçá-lo. A festa de um ano é para os pais e eu não me aguento de tanta ansiedade. Já fechei buffet, decoração, fotografia, lembrancinhas, convites. Agora, estamos na fase de entrega dos convites e da expectativa da festa. Ainda falta um ou outro detalhe, mas a maioria das coisas já foi providenciada.

Já estou na contagem regressiva só esperando pelo grande dia que eu tanto sonhei, pensei, planejei e quis. Espero que saia tudo bem e que ele se divirta muito. Depois eu conto aqui como foi.

Por enquanto, fiquem com uma amostra do convite que enviei pela internet. O impresso é bem parecido, mas tem dobra e ficou super fofo.

 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Sem contagem regressiva

Eu sempre amei fazer aniversário. Sempre gostei de comemorar. Sempre quis fazer festinha - mesmo com baixa adesão dos convidades. Mas este ano eu quase desisti. Não fiz contagem regressiva, não planejei nada, não me animei e só resolvi comemorar para não deixar passar em branco.

Agora, penso, planejo e faço contagem regressiva para o aniversário do Arthur, mas quase me esqueci do meu. Parece até brincadeira, mas é a pura verdade.

Fiz até uma enquetezinha pelo facebook pra saber se comemorava - na verdade, para ver se o pessoal me empolgava de comemorar. Este ano, fiz uma lista de possível convidados e analisei quem mais provavelmente iria e isso me desanimou ainda mais de comemorar. Com mais de 30 amigos listados nem 10 compareceriam - isso contando a família, que já é grande e faz volume. Então, para quê comemorar? Uma das amigas está longe (em outro país), a outra amiga acho que não vai e uma terceira, que já nem apareceu o ano passado eu não conto para esse ano. Mas, surpreendentemente, as pessoas apoiaram a comemoração no face e eu resolvi fazer.

Pelo menos um bolo, eu pensei. Por mim. Só para não passar batido, vai. E não dizer que não chamei os amigos para comemorar. Mas em casa eu não tenho coragem de fazer porque sempre faz uma bagunça e depois com o Arthur arrumar a bagunça é mais difícil. Em um bar é complicado porque tem o Arthur, e ele sai da rotina, de casa e é complicado, mas é a melhor opção. Então resolvi fazer em um bar que é perto de casa, tem trocador, tem um sofá aconchegante e um ambiente que parece sala de estar. Levo o bolo, reúno uns poucos amigos e a família, apago as velinhas e não deixo passar em branco.

A terceira amiga, que nem foi o ano passado, até ligou cobrando uma comemoraçãozinha - fato que me deixou feliz e na expectativa de que este ano ela compareça. Outros amigos já confirmaram - gente que nem imaginava e gente que eu já contava, então acabei me animando. Hoje, encomendo o bolo, faço as unhas e me preparo para amanhã. Com o Arthur, os amigos e a família. Pelo menos assim, os 29 não passam em branco.