Mostrando postagens com marcador férias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador férias. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Enquanto minhas férias não chegam

Quando pedi minhas férias, este ano, decidi por dividi-la em dois períodos. Assim, ficaria uma parte das férias com dias para mim e com a outra parte para ficar com o filhote.

Em maio tirei 15 dias, viajei e aproveitei para ficar com ele em casa até quando ele acordasse, em outro ritmo, mas mesmo assim indo às aulas e tal. A partir do dia 20, tiro os outros 15 dias restantes. A princípio ia viajar com ele, mas a grana encurtou e não vai dar pé. Ele já está em férias há algumas semanas na casa da avó. Aos finais de semana, tenho aproveitado para fazer aluns programinhas especiais com ele como cinema, shows e passeios.

Depois do dia 20, intensificamos os passeios e programas. A ideia é viajar para o interior no primeiro final de semana e, depois, curtir uns roteiros em SP mesmo.

Dos passeios que fizemos, destaco:

Zoo-Safari: Fazia tempo que queria levá-lo, mas sempre adiava. Achei que estaria cheio por ser o primeiro final de semana de férias, mas estava vazio para minha surpresa. Me lembro vagamente do lugar em meus passeios da infância e que eu achava tão legal. Por isso, achei que seria incrível. Mas Arthur não gostou tanto quanto eu e minha irmã, que ficamos alucinadas de dar comida aos veadinhos, do avestruz quase colocar a cabeça dentro do carro e tal. Ele gostou do camelo e, claro, do macaco que subiu no carro. No final, não quis tirar uma foto selfie dentro do carro. E a bem verdade que ele não curte muito ficar tanto tempo no carro, então era claro que ia se injuriar antes do final, como bem aconteceu - apesar do percurso ser rápido.

Cinema: Fomos assistir aos Minions. Eu, particularmente, não gostei do filme não. Mas ele deu umas risadas lá do jeito dele. O mais legal foi encontrar os minions na saída do cinema, que felizmente rendeu até foto. Dessa, como podem ver na foto, eu gostei!

Este final de semana temos show do Tiquequê. Ele está super empolgado. E eu continuo procurando programinhas legais em Sampa para fazer com o pequeno. Se tiverem dicas, me mandem.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Má mãe

Tem dia que a gente acorda uma má mãe. Será que, uma semana longe do meu filho, me fez esquecer como deve se cuidar de uma criança e, em especial, dele?

Passei uma semana em Fernando de Noronha com o marido e sem o filho. Precisava destas férias da vida cotidiana e de São Paulo. Precisava de um tempo sem filho para avaliar o quanto os conflitos de casal ainda existem. Demos uma semana para nós e deixamos o filho sob os cuidados da avó.

Uma semana depois voltei e deixei meu filho sem hora para dormir e deixei ele acordar para levar para a escola e aproveitar o tempo que ele ainda dormia para começar colocar a casa em ordem, preparar a mochila, passar uniforme, arrumar a lancheira.

Saindo de casa, além de levar o filho na escola logo depois de voltar uma viagem de uma semana longe dele, ainda prendi os dedinhos da mão dele na porta do carro. Ele chorou de perder o ar. Meu coração doeu. E eu to me achando uma má mãe. Mereço castigo?

quinta-feira, 6 de março de 2014

Em férias com a vida que segue quase normal

Estou em férias. Não poderia haver, neste momento, felicidade maior. Estou precisando descansar do trabalho, então nada melhor que férias. Aliás, férias é tão bom para a vida e para a mente que eu acho que deviam ser duas por ano. Como não são, aproveito as minhas que geralmente acontecem em março mesmo.

Mas estou cheia de planos. Além de toda aquela ajeitada na casa e nas coisas que dou nas minhas férias (doando roupas, me livrando as tranqueiras acumuladas no ano, planejando o aniversário do filho, descansando, viajando, passeando) vai ser melhor ainda para a mente e é o que eu preciso agora.

Este ano, Arthur está no período integral da escola e isso não vai mudar nas minhas férias. Pode ser que achem maldade minha ou qualquer coisa assim, mas sou uma defensora da rotina e quero preservar a dele neste momento, principalmente porque no final do ano ele bagunçou muito os horários e demorou um bocado para voltar ao normal. Depois, ele também está se adaptando à escola nova agora e tirá-lo alguns dias da escola pode atrapalhar o processo (e contribuir com a falta de rotina). Além disso, eu também PRECISO me dedicar à minha monografia e ficar com ele não vai me permitir isso.

Oficialmente minhas férias começam hoje, mas este ano eu fui espertinha e emendei minhas férias logo depois do feriado de carnaval. Então, eu fui para a praia no feriado porque meu filho pedia praia e eu já me sentia de férias desde que saí do trabalho na sexta-feira de noite. Então, uni o útil e o agradável.

Hoje já estudei, já agilizei umas coisas do aniversário dele, estou lavando pilhas de roupas para deixar tudo em ordem antes da viagem da semana que vem (que eu falo em outro post), lavei meu carro e ainda devo dar uma ordem em uns armários bagunçados aqui de casa.

O fato é que mãe de férias com filho na escola não é bem férias. Além de eu ser uma pessoa que acorda às sete (ou antes) até mesmo aos finais de semana, não tem sido diferente nas férias. Ainda mais com hora para deixar a criança na escola. Na verdade, eu até mudei o horário do despertador para às 7h15 (em dia normal eu levando ás 6h10), mas ainda assim tem que acordar cedo, arrumar a lancheira e a mochila do pequeno, e partir para a batalha de acordá-lo, vesti-lo e levá-lo. 

Então, a rotina segue quase normal. Arthur indo à aula (aliás, vale um parêntese ressaltar que ele está realmente adaptado à escola nova. Hoje, depois de um feriado prolongado que lhe rendeu 5 dias seguidos em casa, ele entrou na escola cheio de vontade, com uma flor na mão pegada na calçada para a professora, me deu tchau e foi entregar a flor, um abraço e um beijo para a professora) e eu resolvendo a vida que corre do lado de fora dos portões que o cercam.

Enfim, em férias com a cabeça livre de preocupação de trabalho, mas cheia de trabalho para fazer da pós, de casa e da vida. Felicidade, como eu já disse, não existe maior. E seguimos com dias com flores para professora e uma rotina diferente e deliciosa.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Rotina, cadê você?

HORÁRIO DE VERÃO + RECESSO DE FINAL DE ANO + FÉRIAS DE CRIANÇA AGITADA = NÃO ROTINA

Achei, juro que achei, que ia ser mais fácil voltar à rotina com a volta ao trabalho. Mas aí tomei um baile na segunda-feira e ontem me rendi aos apelos do meu filho de levá-lo a pracinha. Ou seja, nada do retorno da tal amada-idolatrada-salve-salve rotina. Pelo jeito, ela só vai voltar quando as aulas dele voltarem e ele tiver que acordar cedo, voltar direto para casa para jantar e etc e tal.

Enquanto isso, eu vou curtindo o final das férias dele e o horário de verão com passeios na pracinha e mais tempo com ele. Porque como diz o ditado, se não pode vencê-lo junte-se a ele!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Fim de recesso e a volta à normalidade

Acabou-se 2013 e então veio um ano todo novo e em branco para colorir da cor que eu quiser e meu menino também.

O ano de 2014 começou azul da cor do céu de brigadeiro, sem nuvens e com direito a muito picolé de morango, praia, piscina e uma verdadeira bagunça.

Nos esbaldamos nas férias e demos adeus à rotina, mas vamos aos poucos voltando ao normal (assim espero). Como voltei hoje para a minha rotina de trabalho e tudo mais, espero nesta semana dar rotina ao Arthur novamente. Ele ficou sem hora para comer (e ficou literalmente sem comer porque não queria nada além de brincar, passear e tomar picolé), sem hora para dormir e ficou tudo uma verdadeira bagunça.

Voltei antes já que ele não comia e apesar de ainda estar sem horário, já voltou a se alimentar normalmente. Desde que voltou resistiu à todas as sonecas da tarde e foi dormir lá pelas 23h ou mais. Continuamos firme e forte no desfraldamento, que tem sido um sucesso.

Agora, só falta readaptar nos horários de antes. Hoje começo a luta colocando-o para dormir mais cedo (e já sei que vou tomar um baile, então, vou aproveitar que as coisas ainda estão calmas no trabalho para me munir de muita paciência.)

Deixo vocês por hoje com algumas fotos das nossas mini-férias de final de ano.








 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Recesso

Final de ano chegou e com ele o meu sonhado recesso. Serão quase 15 dias, que passarei na praia com meu filhote.

Ele, aliás, já está lá desde quinta-feira. Eu vou ainda hoje. Nos encontraremos a noite e ficamos até dia 4, sábado, quando eu volto para a vida real e a vida dura de dona de casa com roupa para lavar o domingo todo e voltar a trabalhar dia 6.

Vou aproveitar para descansar e curtir. Quem sabe pego um bronze e desfralde meu menino. Esses são os planos.

E que venha 2014 - um ano que promete ser de muito trabalho, apesar de ter muita gente achando que em ano de copa do mundo ninguém vai trabalhar. Eu sei que além de ano de copa e de eleições, para mim, também é ano de congresso - onde se elege uma nova direção onde trabalho. Ou seja, tem muito trabalho, apesar de no meio de tudo isso ainda tem minhas sonhadas férias de março.

Antes de pensar em 2014, eu quero me despedir de 2013 com tudo que ele teve de bom e de ruim.

Que 2014 seja um ano iluminado para todos. Se der volto antes do ano terminar, mas não quero prometer mais nada para este ano que termina. Quero apenas que ele se vá para que este ciclo se feche.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Como entender esse menino?

Estou de férias, mas o menino continua com sua rotina. A única diferença é que dorme até o sono acabar e passa as manhãs comigo. Depois vai à escola normalmente e eu fico com a tarde livre para fazer o que eu quiser ou precisar.

Mas como entender esse menininho tão genioso? Hoje propus que ele me ajudasse a colocar as roupas dele que estavam no cesto para lavar comigo - assim consigo ficar de olho nele, sabe como? Ele foi todo amoroso e tranquilo, mas o mundo desabou tão logo eu coloquei o "naná" (manta) dele no cesto. Chorou, brigou, puxou a manta. Fez um escândalo danado até que eu devolvesse a manta. Em prol da minha sanidade mental e bem estar familiar devolvi e logo. E então fomos para a área de serviço e ele me ajudou a colocar as roupas na máquina - menos o "naná", obviamente.

Fechamos a máquina, coloquei o sabão e o amaciante e liguei. E então ele começou a brigar para colocar a manta. Abri de novo a máquina, mas ele se recusava a colocar a manta. Fechei de novo e liguei. E quando ele viu a máquina funcionando caiu no choro esticando a manta em direção à máquina, que já estava em funcionamento. Chorou copiosamente até que o sabão começou a se formar e ele começou a rir apontando para o "fão" (sabão) se formando.

Agora diz, como entender esse menino? Vai pensando que é fácil...

sexta-feira, 1 de março de 2013

Afazeres de férias

* Ir ao cinema sozinha
* Levar o sobrinho ao cinema
* Comemorar 4 anos de casada
* Terminar as lembrancinhas do aniversário do Arthur
* Ir no Outlet da Pucket comprar meias para o Arthur e para mim
* Distribuir os convites de aniversário do Arthur
* Passar uma tarde com as amigas (são 3 amigas, portanto, serão 3 tardes)
* Ir na 25 de março comprar forminhas para a festa do Arthur
* Terminar enfeites do aniversário do Arthur
* Comemorar 2 anos do meu pequeno
* Assistir a, pelo menos, 2 filmes da minha lista de não vistos
* Ir para praia
* Cuidar de mim (depilação, cabelo, unhas, eu mereço)
* Ir ao correio e despachar umas encomendas
* Levar os antigos brinquedos do Arthur para doação
* Arrumar o armário
* Ir na Tok Stok comprar um cabides de parede e pregá-los no quarto
* Chamar um marceneio para fazer um orçamento de armário

Acho que tá bom, né? Então, se eu ficar mais tempo offline que o de costume, me perdoem, mas estarei curtindo as férias. Volto assim que der.

ATUALIZADO TERÇA-FEIRA, DIA 06,

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Férias de mim

Cheia de trabalho (graças a Deus).

Cheia de tarefas domésticas (que lástima!).

Arthur cheio de manha (socorro!).

Com lista de material escolar para comprar (cadê tempo, dinheiro e disposição?).

 Transbordando mau-humor (nem o chocolate salva).

Quero férias. De tudo. Da minha vida. De mim (que ando mais chata que sei lá o quê). Tem como?

Ps- ando fugindo de mim mesma já que o mau-humor impera, então fiquem com a minha versão no Facebook (aqui) que anda melhor. Lá eu indico outros posts, comento, reclamo, mas apareço. Por aqui não tenho conseguido, ando chata demais. Volto em breve. Ou melhor, assim que o bom-humor também voltar.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Rotina, cadê você?

Férias são férias em qualquer lugar do mundo e para qualquer idade. Mamãe e papai tiraram férias e a rotina também foi passear, então passamos 20 dias em casa com a cria, que não tinha mais tantos horários assim. Principalmente para dormir.

Não ter horários é quase um exagero meu, mas deixa assim. Para que entendam eu explico: não ter horários era permitir que o Arthur jantasse lás pelas 19h, tomasse a mamadeira lá pelas 21h e fosse para a cama lá pelas 22h30. Eu me permiti assistir novela, permiti não termos horários rígidos, permiti ele derrubar o cesto de brinquedos todo no chão depois das 20h e ir para cama depois das 22h. Permiti que ele acordasse só depois que o sono acabasse e permiti que ele dormisse de tarde quanto tempo quisesse (isso eu sempre faço, mas tudo bem).

E então eu voltei a trabalhar e não pude mais permitir que ele acordasse só quando o sono acabasse porque tinha hora para sair. E então começamos a travar uma luta grande para que ele acordasse, permitisse ser trocado, me permitisse lhe dar a mamadeira e permitisse ser conduzido ao carro.

E, então, as aulas voltaram e ele teve que começar acordar um pouco mais cedo ainda - coisa de 20 minutos, 30 minutos, mas tem dado um trabalho danado. Não acorda nem abrindo a janela e ligando o rádio, nem com barulho, nem com chamados. E acordar não é nada. Porque depois de acordar tem que trocar, dar mamadeira e sair de casa.

Mas isso não é nada perto da luta que travamos para DORMIR. Quem disse que ele quer ir para a cama às 21h? 20h30, então, nem se fala. 

Na terça-feira estava chato de sono e cansaço. Chorando por tudo. Um verdadeiro barril de pólvora. Fomos para o quarto escuro como sempre às 20h45 e ele se acalmou. Mas dormir é outra história. Então me enrolou de tudo que é jeito. Falou da mão, do pé, do au-au no pijama, do dodói que faz quando ele enrosca o pé no berço, chamou vovó, vovô, papai e titias, brincou com a chupeta, pediu tetê e tomou tudo, e brincou com a mamadeira vazia, e enrolou até que dormiu às 21h20. Nossa. Uma luta. E eu assisti minha novela em paz comendo lasanha.

Achei que tinha sido ruim, mas ontem foi muito pior. Coloquei-o na cama às 20h30. E ele estava quieto no berço e a casa em total silêncio quando tocou a campainha. Saímos os dois e fomos atender. Era a tia e ele aproveitou para pedir colo, pedir chão, derrubar o cesto de brinquedos, zanzar. Voltamos para a cama em menos de 10 minutos. Ele ficou quieto, mas com olhão aberto. Eram 22h e nada dele dormir. E nada dele ceder. Eu, morrendo de fome, peguei ele e fui até o drivetrhu mais próximo numa dupla tentativa: eu ia comer e ele, com o passeio de carro, dormir. Me enganei. Eu até comi é verdade, mas ele não dormiu. Cheguei em casa e desisti. Sério. Não dava mais. Já tinha tido um dia difícil no trabalho, estava com fome, cansada, entreguei os pontos. Deixei ele brincar e fui comer. Sentei 15 minutos no sofá e me deixei descansar. Eram mais de 23h quando coloquei ele na cama e ele lá com os olhões abertos. Avisei que já era tarde e que não ia ficar com ele e para ele tratar de dormir. Saí do quarto e antes de chegar na porta ele já estava sentado no berço. Voltei, pedi para ele deitar e dormir. E dormiu.

Agora, cadê a rotina que foi saiu de férias e não volta mais? Como faz para a criança voltar a dormir no horário?

PS- descobri hoje de manhã que o figura tinha dormido no final do dia ontem e, por isso, não tinha sono. Acabei de ligar e vetar sono depois das 17h. Ou então mando ele de volta para que alguém assuma o controle porque eu não aguento.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

De volta às aulas

Adoro que o Arthur vá a escola. Gosto que ele se socialize com outras crianças, que ele siga regras e tenha horários, gosto que ele receba estímulos diferentes com cola, tinta, lápis, massinha, lego, etc e tal. Quando o coloquei na escola com quase um ano e meio sentia necessidade que ele fizesse tudo isso e por isso mesmo que o matriculei.

Ele teve um mês de férias e neste período eu e o pai dele também ficamos de férias. Ele ficou um grude conosco e ainda se adapta ao desgrude - tanto que todas as manhãs ainda pergunta pelo pai, que quando ele acorda (e até quando eu acordo, aliás) já saiu para trabalhar. Aos finais de semana ele também pergunta pelo pai, que só chega do trabalho no final da tarde. Então seguimos com o desgrude. Quando ele pergunta pelo pai eu já vou logo dizendo: O papai está trabalhando.

Há uma semana também voltei a trabalhar e ele foi para a casa da avó, já que ele só voltou para as aulas só ontem. Mas na casa da avó pode tudo, né? Levou motoca, ficou com as tias, a avó, o bisavô, o tio e tudo mais.

Mas esta semana as aulas voltaram. Eu fui avisando diariamente e perguntava, como no final do ano passado: Quem vai para a escola? No começo ele não respondia nada e ficava me olhando, mas depois foi respondendo animado como antes: Eeeeuuuu! Além de prepará-lo para o retorno eu também fui me preparando porque sabia que ia ser um chororô, um drama e tal.

Ontem chegamos pontualmente às 8 na escola. Ele não demorou muito - pelo menos, não tanto quanto eu imaginei que ele demoraria - para ir para o colo da professora. E logo que entrou na escola já foi apontando para a sala, onde ele costuma ficar e já estavam as outras crianças. O levei até a sala e depois ele foi para o colo da professora. Em pouco tempo ele saiu do colo dela e foi para o chão brincar e interagir com as crianças. Eu achei aquilo lindo. Sem nenhuma lágrima no primeiro dia seria inacreditável. Então, o vendo bem, saí a francesa. E quando estava na porta ele vem desembestado de lá de dentro chorando e pedindo mamãe. Coração na mão eu fui embora (podem xingar de relapsa e coração de pedra, tudo bem). E liguei na escola assim que cheguei no trabalho. Ele estava bem, como sempre. Já tinha tomado o lanche e estava brincando normalmente.

Hoje, no segundo dia, ele enrolou para levantar. Meu menino não é bobo, não, fez de tudo para ver se chegava um pouquinho mais tarde na escola e conseguiu, viu? Ele enrolou tanto que ele só chegou lá às 8h20 hoje. Com mais crianças na sala e lego e massinha bem a vista, mesmo que ele tenha se agarrado em mim e feito charme acabou indo para o colo da professora. Mas hoje a professora o levou lá para o fundo e o distraiu enquanto eu saía para evitar o chororô. Não sei o quanto a técnica realmente funciona ou se quando ele percebe que realmente eu não estou mais lá ele chora, faz cena e depois fica tudo bem, mas eu pelo menos não saio de lá me sentindo uma bruxa má que largou a criança chorando para trás.

No meio termo entre ele ir para o colo da professora e eu sair fiquei sabendo que:
* ele também anda chorão na escola. É ruim. Ele realmente está numa fase totalmente chorão. E irrita. E me incomoda. E me dá vontade de fugir. Mas me consola saber que não é só comigo. Que não é pessoal.
* ele foi uma das poucas crianças que não chorou na adaptação. Assim, chorava para entrar e ficar, mas que depois durante sua estadia não chorava por falta dos pais. Chorava sim por uma disputa de brinquedo, porque se exaltou, se irritou, brigou, caiu e etc. Mas não porque queria os pais. Maduro, não? Confesso que é um orgulho da mãe. Por causa disso uma das professoras o considera bem humorado.
* Todo mundo falou do quanto meu menino cresceu no último mês. Eu, que separo roupas que não servem mais, percebo. Eu apesar de estar no dia a dia vi o quanto ele esticou nestes últimos 30 dias. E fiquei feliz de saber que não é coisa de mãe coruja, né. Que mãe não gosta de ouvir: nossa, como ele cresceu!

Tem prós. Tem contras. Mas vamos vivendo e sobrevivendo a volta às aulas.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

As férias acabaram e o Arthur vai à escola

Segunda-feira foi meu último dia de férias. Por isso, combinamos que ele iria mais tarde para a escola, mas ficaria até às 13h - seu horário normal. Meu medo (e o da professora) era de que ele não se alimentasse. Ele chorou, mas mesmo assim eu fui embora.

Coração apertado, mas com as últimas coisas a resolver, fui embora e pronto. Mas fiquei de prontidão para receber uma ligação e voltar à escola. Não ligaram e às 13h fui buscar. Ele tinha acabado de acordar de uma soneca pequena, apenas 30 minutos, mas tinha ficado bem.

Para alívio geral, comeu bem e ficou bem.

Na terça-feira, foi no horário normal, fez chantagem com beijinhos e abracinhos na mamãe, mas mesmo assim ficou na escola. Ficou chorando, mas fui embora com o coração na mão. Liguei depois da aula de espanhol, e ele estava calmo. A música continua sendo a forma mais usada para entreter o pitoco. Comeu bem o lanche e o almoço. A vovó e a madrinha foram buscar e ele estava dormindo. Foi só ouvir a voz da madrinha que acordou imediatamente.

Hoje ficou aos prantos e gritos, mas saí enquanto a professora o distraía. Cheguei no trabalho e telefonei e estava tudo bem. Como é dificil. Acho que os primeiros dias vão ser muito difícieis mesmo. Eu estava em férias, ele ficava comigo muito tempo e ele está em um lugar totalmente estranho. Enfim, paciência e perserverança. Se até dezembro continuar chorando todo santo dia, talvez seja o caso de reavaliar. Veremos. Mas continuamos na saga escolar.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Férias: na contagem regressiva

Estou ausente. Mas não prometo voltar tão logo. Estou cheia de trabalho. E com as férias chegando, piorou. O trabalho dobra para deixar tudo em ordem, adiantar outras coisas e ainda planejar as férias. 

Não vai ter viagens, mas quero resolver algumas pendências: comprar umas roupas que estou precisando, ir a algumas exposições, comprar um sofá novo que estou precisando e querendo, ir a algumas consultas médicas de rotina, escolher uma escola para o Arthur, me livrar do meu antigo computador de uma vez por todas (isso unclui fazer back ups, apagar tudo e despachar a máquina e a mesa para o enteado) e descansar, quem sabe. Enfim, férias para fazer tudo aquilo que estou com vontade, mas não tenho tempo por causa do trabalho.

Se der, mando notícias. Acho que vai ser raro e difícil, mas passa lá no face que do Iphone consigo atualizar mais, postar fotos, comentar e interagir. Textos longos com a casa para cuidar, as coisas para fazer e a cria para olhar acho que vai ser difícil. Mas prometo tentar. Afinal, quero tirar 2 dias para mim com o Arthur na vovó ou na escola (se assim conseguir me decidir) para ver uns filmes e ter a paz que eu mereço por algumas horas seguidas.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Um agosto difícil

Agosto foi um mês bem difícil. Não sei precisar os motivos: se a proximidade da volta ao trabalho, pelo desespero de dar tudo certo sempre, pela ansiedade em que ele pegue mamadeira e eu me livre um pouco do peso de amamentá-lo diuturnamente, não sei.

Às vezes, acho que juntou tudo, mas posso afirmar que foi um mês MUITO difícil. Chorava quase todos os dias, não sentia fome e nem vontade de fazer nada. Faltava coragem e sobrava medo. Ia quase que diariamente para minha mãe assim me livrava do encargo de fazer almoço e contava com uma ajuda extra para niná-lo de tarde e me fazer companhia para espantar o medo. Insisti com o pediatra para introduzirmos a mamadeira e mais angustiada fiquei porque o Arthur não quer saber de mamadeira de jeito nenhum. Tentei por 3 semanas e desisti. Desisti por me sentir esgotada demais, com medo demais, triste demais e sem forças para continuar tentando. Parei uns 5 dias antes de voltar na consulta pediátrica mensal.

Brinco dizendo que a consulta era do Arthur, mas quem foi clinicada fui eu. Mas não é mentira. Como o pediatra dele também é homeopata eu realmente acabei como paciente naquela sala. Entre lágrimas, como uma mãe desesperada que está morrendo de tristeza por ter que voltar a trabalhar sem que o filho tenha pego a mamadeira e sabendo que ele vai sofrer por uns dias até se acostumar. Mas pelo menos saí de lá bem mais tranquila. Voltei a comer melhor, comecei a tomar o remédio homeopático e me sinto melhor em relação à voltar a trabalhar. 

Como não vai ter remédio e as férias não poderão ser tiradas agora, o jeito é encarar a realidade, voltar pro trabalho que eu gosto tanto e me confortar pensando que ele vai ficar juntinho da Vovó que tanto ama ele. Sabe, isso dá um alívio danado, mas não tira de mim a dor de saber que eu vou fazê-lo sofrer um pouco até se acostumar com a mamadeira e com a nova rotina.

O pediatra me disse uma coisa que parece de fácil percepção, mas que tem me ajudado muito nestes dias: Quando estiver com ele, esteja realmente com ele e só com ele; quando estiver no trabalho, esteja no trabalho. Isso tem me ajudado muito e setembro tem sido um mês de dedicação total a ele e às nossas útimas tardes da licença enquanto ele começa com suquinhos, frutinhas e esperamos as próximas orientações para a papinha salgada.