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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Carnaval

Fomos pular carnaval no Sesc Consolação. O bisavô do Arthur veio para São Paulo especialmente para levá-lo para uma farra com direito a muito confete e serpentina.

E não é que em pleno domingo de carnaval descubro uma folia boa, num lugar próximo, e de graça. Pois então, fomos lá levar o pequeno para sua primeira folia em plena segunda-feira de carnaval.

Quando chegamos, a quadra de esportes estava cheia, mas como estava mais pro final do baile foi esvaziando e ficou bem aceitável de circular, pular, dançar e brincar - apesar do calorão que fazia ali.

Arthur não quis (de novo) vestir a fantasia que a dinda escolheu, a vovó comprou e a mamãe adorou. Mas fomos sem fantasia e com uma sacola cheia de confetes e serpentinas para a diversão geral.

Não sei quem se divertiu mais: a mãe, a dinda ou a avó. O biso foi, mas ficou sentado na arquibancada só vendo a nossa folia. Nem preciso dizer que ele gostou (basta você olhar a foto aí do lado). Mas como ele tinha dormido pouco, começou meio resmungão. Mas foi bacana. Adorei o passeio e pretendo repetir no ano que vem. Valeu a pena pela localização, pelas músicas típicas de carnaval que estavam tocando, pela quantidade de crianças, pela segurança, por tudo. Simplesmente demais. Na terça-feira teve mais com direito a bloco da Banda Trii e tudo, mas não quis repetir a dose (com ele é meio cansativo fazer as coisas).

Além  de pular carnaval, ele ainda aproveitou que no mesmo andar estava a estação do Sesc Verão para crianças de 0 a 6 anos. E tinha balança, gangorra, escorregador, um pula-pula enorme que ele ficou correndo em cima depois que tinha que ter saído, correu, brincou e em 40 minutos estávamos todos exaustos, menos ele.

Fiquem com as fotos porque elas falam melhor do que eu.












quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Das decepções maternas 2: Contação de história

Há algumas semanas atrás, estava eu e o Arthur de bobeira em casa quando resolvi procurar na internet programas para fazer com ele.

Era domingo e resolvi que ia levá-lo a uma contação de história no Sesc Pompeia - aliás, antes de contar tudo já vou dizendo logo que recomendo o programa a todos os pais e mães que tem crianças pequenas porque é de graça, num espaço muito legal e acontece todos os sábados e domingos às 11h.

Troquei ele, me arrumei e saímos. Consegui estacionar ali por perto e chegamos ao espaço das oficinas de leitura que estava cheio. Já tinha começado e tinha bastante criança. Achei o máximo. 3 animadores liam, cantavam e entretinham as crianças (e pais).

Mas quem disse que o Arthur queria ouvir a história? Quem disse que ele sentou por um segundo sequer? O negócio dele era subir, descer, correr, qualquer coisa, menos ficar parado. Terrível. E eu zanzando atrás dele para ele não fugir, não ir embora, não cair dos pufes que ele insistia em subir, não se machucar, não mexer nos sapatos e bolsas que ficavam ao redor. Foi uma experiência ímpar, que não pretendo repetir tão cedo. Só eu sei o quanto me arrependi e o quanto tinha vontade de pegar minha cria, minha bolsa e meus sapatos e sumir dali. E pensava: Deus, porque meu filho não fica quieto assim como as outras crianças? Mas juro que fiquei até o final da apresentação.

Meu menino ainda não tem disposição para ficar sentado e quieto. Ainda não dá para ir em teatrinhos, leituras e apresentações afins. E, pela primeira vez na vida, me pergunto: Onde foi que eu errei? Será que a culpa é minha? Será que devia ter estimulado ele a ficar mais sentado, calmo e quieto? Como faz?

Aguardo, esperançosa, pelos três anos. Quem sabe maiorizinho meu menino vai ter parada? Eu estou esperançosa e esperando por este dia para, então, fazer programinhas legais que gosto tanto e ele, ainda, nem liga.