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segunda-feira, 22 de julho de 2013

De férias ou não

Época de férias contagia todo mundo. Dá aquela vontade de estar livre, disponível e fazer mil programinhas com os filhos, mas mamãe aqui não está de férias. Se bem que o filhote também não porque acabei contratando o pacote de férias da escola para o Arthur para não sobrecarregar a vovó e deixá-lo ocupado na semana, já que ele A-DO-RA ir para a escola.

Mas de final de semana o espírito férias tem tomado conta de mim, então tenho inventado alguns programinhas. Há dois finais de semana, tenho escolhido ir ao Parque Villa-Lobos, que apesar de não ser tão perto de casa, nos oferece um monte de opções de lazer. Semana passada consegui convencer o papai a ir passear conosco, mas com a promessa de chuva deste final de semana e com o sol que raiou no sábado, preferi ir logo cedo (e dei sorte porque no final do dia a chuva apareceu) e então chamamos os dindos e a dinda nos acompanhou no passeio que teve direito a brincar de bola, correr livre e solto, brincar no escorrega e na areia e andar de bicicleta, coisa que ele tem amado fazer.

E não é que o sol apareceu?

Andando de bicicleta todo concentrado

U-HU! Meu menino comemora andar de bike no sábado de manhã
Já conhecemos, há algumas semanas, a Praça Buenos Aires. Fomos ao Sesc Pompéia naquela exposição dos brinquedos e ainda queremos fazer outros programinhas diferentes como conhecer outros parques e praças, que ainda não fomos conhecer.

E vocês que estão com as crianças de férias, fazem quais programas? E os pais que não estão em férias, fazem como? Se puderem, deixem dicas de passeios porque adoramos aproveitar os finais de semana!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Findi-foto

Foi um final de semana para matar as saudades. Grudei no menino e carreguei ele para dois eventos no sábado: um chá-de-bebê e o aniversário do amigo da escola dele. Um na sequência do outro. E como estava com saudades domingo também fiquei tirando um monte de foto dele.

Foi literalmente um findi-foto. Vejam:

Ele amou o pirulito e eu quase enfartei

Desejo saciado pelo mês inteiro.

Agora é assim: só quer fazer as coisas sozinho

Acha que acabou? Também se esbaldou nas balas.

E comeu brigadeiro

E brincou na piscina de bolinha

Domingo começou melhor, comendo banana

Até o último pedacinho

Tocando violão (que é um abridor de garrafa ímã)

Toca muito!

Momento leitura

Tchaaau

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Voltando ao normal

Tanto eu quanto ele.

Para mim foi fácil. Uma música que anima, um CD que toca no último volume no trajeto de casa-trabalho e trabalho-casa. Pronto. Ânimos renovados. Pique para finalizar as coisas do trabalho e até sorriso estampado. Pronto. Nada que uma música não possa colocar as coisas nos eixos.

Para o Arthur foi mais difícil. Sábado começou com vômito e passamos a madrugada no PS Infantil. Domingo ficou melhor, mas não comeu nada. Segunda ficou normal na escola, mas de tarde o vômito voltou. Na terça apareceu a febre, que começou de leve, mas depois ficou alta. Fomos ao pediatra e ao que tudo indicava eram dentes nascendo porque no restante, ele estava normal. Passamos a noite dormindo mal, medindo febre e medicando para baixar. Na quarta a febre alta continuava e mantivemos o monitoramento da febre. E ele, todos estes dias, sem comer direito. Para falar a verdade, sem comer nada salgado. Só aceitava suco e uma ou outra fruta. Na noite de quarta que fui realmente sentir os tais dentes. Um deles, na verdade, já estava nascendo há tempos. E era o molar superior esquerdo. Já tinha saído a parte da frente, mas começou a rasgar atrás fazendo este estrago. Mas eis que, não satisfeito, o molar superior direito resolveu nascer também. E já tem ponta na frente e atrás. Eis os motivos: dentes. E eu achei que ia passar ilesa desta fase já que até agora ele tinha passado bem pelo nascimento de alguns dentes.

Ontem a febre sumiu de vez e ele sinalizou querer comer. Ainda assim vomitou um pouco, mas devia ser porque estava cheio já que tinha acabdo de jantar e ainda assim eu ofereci a mamadeira, que ele tentou tomar com gosto. Ainda dormiu muito mal, mas estamos avançando bem.

Hoje, além de estar bem, fiquei aliviada. Que venha o final de semana cheio de atividades e, principalmente, saúde.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Um final de semana difícil

Sábado o Arthur estava difícil. Como tinha dormido muito mal durate a noite (acordou acho que uma vez a cada uma hora me lembrando como eram os áureos tempos de bebê recém-nascido), acordou às 8 e às 9h30 já estava chato de sono. Dormiu e tive que deixar de lado o cabelereiro que tinha marcado para às 11 da manhã - até chamei, beijei e tentei acordá-lo, mas ele acordou, me olhou, fechou os olhos e continuou dormindo. Deixei e, com a noite mal dormida que tive junto com ele, aproveitei para descansar também. Sou filha de Deus e mereço e agradecemos à lasanha congelada que fica pronta em 13 minutos para o almoço.

Ele almoçou pouco, mas estava mais bem humorado. Tomei banho, dei banho nele, nos arrumamos e saímos para o teatro junto com a vovó e com a dinda. Enquanto não aparecia nenhum boneco no palco, ele pulou de colo em colo. Quando a tal da Galinha Pintadinha e cia surgiram ele chorou. Imaginei e temia que isso realmente fosse acontecer (afinal, que criança não tem medo de bonecos gigantes que andam e falam?). Mas então ele chorou quando viu, mas se acalmou. E recostou na dinda e depois olhou de novo, chorou de novo um pouco e se acalmou. Encostou na mãe, que se contorceu toda para ele ficar encostadinho na mãe e assistindo a peça, mas dormiu. Placidamente mais da metade da peça. Mãe, avó e dinda cantavam e batiam palma e ele, dormia. E foi assim a primeira ida do Arthur ao teatro: todo mundo se divertindo e ele, dormindo. Dormiu tanto que dormiu na peça, no caminho de volta e só foi acordar em casa. Jantou meia-boca, tomou a mamadeira e dormiu em 5 minutos, por incrível que pareça e depois de tantas sonecas em um dia só, foi de surpreender.

No domingo, ele acordou bonzinho. Eu acordei uns 15 minutos antes dele e assim que resolvi que ia aproveitar o sono dele para ler, ele acordou, óbvio. Ócio de mãe é ilusão. Então, levantei, tomamos café e como ele estava bonzinho consegui colocar ordem na casa e fazer comida. Como tínhamos um aniversário, saímos para comprar o presente e logo em seguida - quase no horário do almoço - saímos. Ele dormiu no trajeto, acordou em um lugar estranho e se recusou a almoçar. Brincou, pulou se dirvertiu, mas não almoçou, se recusou ainda a tomar a mamadeira da tarde e lutou contra o sono. Brincou com todas as crianças, bebeu suco, chorou, fez manha, esperneou, mas não se entregou. Dormiu assim que entrou no carro e acordou assim que entrou em casa, chorou quando a madrinha foi embora, mas encostou e dormiu de novo até às 20h30. Acordou chorando, chorou por uma hora, se recusou a jantar e a comer qualquer coisa, vestiu o pijama e foi dormir depois de, a muito custo, aceitar a mamadeira. Ele foi dormir e eu, contrariada, triste e preocupada também me recolhi. Afinal, eu não poderia fazer nada, estava impotente e derrotada. Um dia sem comer não vai matá-lo repito mentalmente para tentar me convencer de que eu preciso manter a calma - apesar disso.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Final de semana agitado e a gente tentando se entender

As semanas estão bastante atribuladas. Muito trabalho, muitas tarefas, muita coisa. Ainda mais ando em marcha lenta esperando pelas minhas tão sonhadas, desejadas, amadas, idolatradas, salve-salve férias, que só acontecerão a partir de 13 de agosto. Parece que com a proximidade das férias fica ainda mais difícil trabalhar. E então ando sumida.

Este final de semana será atribulado: peça de teatro no sábado e festa infantil no domingo. Eu estou na torcida de que o tempo fique ameno (com frio, ok, mas com sol também, por favor) para podermos aproveitar.

Também ando na torcida para que o humor do Arthur colabore porque ele anda INSUPORTÁVEL. Sim, anda assim mesmo: IN-SU-POR-TÁ-VEL. Chorão, manhoso, dengoso, querendo colo o tempo todo e dando um super trabalho para comer. Eu tento ser paciente ao máximo, mas tem horas que eu esgoto. Cansada do trabalho, a paciência já não anda lá estas coisas. Tem dias que minha amorosidade o vence, como ontem, mas tem dia que só o venço com minha braveza. E seguimos assim tentando nos entender: eu com o meu cansaço e ele com seus dentes nascendo.


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Semana atribulada

Esta semana foi corrida, atribulada e cheia de atividades.

Na terça-feira fui conhecer um berçário. O primeiro que visito. A vontade de colocar Arthur em um só cresce, mas foi duro ir lá. As crianças andantes, no caso onde meu filho se enquadra, não dormem em berços. Dormem em um cholchonete no chão da sala de atividades. Isso me incomodou MUITO. Além disso, o espaço me pareceu apertado - é uma casa, mas achei as salas pequenas para 12 crianças andantes ocuparem ao mesmo tempo (isso sem contar mais as 4 berçaristas que acompanham). A área externa é boa, mas fiquei só imaginando 12 crianças andando e correndo por ali (deu desespero!). Em suma, não gostei tanto assim do lugar. Mas ainda estou com vontade de procurar pelos outros locais que têm vaga perto de casa (que aliás são poucos). Minha mãe, que fica com ele, já está chorando só de pensar deixá-lo ir. Acho que vai ser a parte mais difícil de todo o processo.

Na quarta-feira foi dia de missa: 1 ano de falecimento da minha avó. Dia de rodízio e eu saí mais cedo do trabalho para ir na missa. Não chorei, se bem que já tinha chorado minhas saudades na noite anterior, mas achei que isso fosse acontecer. O Arthur queria tocar o terror na igreja. Andou de um lado para o outro - sem parar. E um senhor desconhecido veio mostrar a foto do neto, que tem semanas, só para dizer que achou a cara do Arthur. Mal sabe ele o quanto o Arthur já mudou em um ano. Por que todas as pessoas acham que seus bebês se parecem com o meu? Será que ele tem uma carinha muito comum?

Na quinta-feira foi dia da nutricionista. Longe pra caramba. Antes mesmo de ter qualquer retorno já me arrependi de ter aceitado a sugestão médica. Para voltar peguei um mega trânsito, que deixou o Arthur super irritado, chorando, bravo e com fome. Chorava ele, chorava eu. Ele se debatendo na cadeirinha e eu tentando dirigindo, distraí-lo e amenizar a distância e o sofrimento. Em vão. Quando ele começou a chorar desesperadamente, chorei também. Desespero total. E ele chegou na casa da avó cansado, com fome, irritado e, claro, não quis comer. Passou o dia danto trabalho e só foi jantar em casa, quase às 20h. Antes disso, resistiu a tudo e a todos. Deu a maior dó e o maior arrependimento do mundo. Para piorar, já vou ter que voltar na terça-feira. Para melhorar, ele não precisa ir. Mas já coloquei na cabeça: não dá para fazer consulta regular. A próxima consulta vai ser com outra profissional, mais perto e mais acessível. Ah, e que também aceite o meu plano de saúde. Grata.

Ainda bem que hoje é sexta-feira e a previsão do tempo é de sol e calor para o final de semana. A ideia é levar o Arthur para brincar em algum lugar aberto no sábado ou até mesmo para a área externa do prédio. Vamos aproveitar o sol para fazer fotossíntese.

E domingo vou no show da Marisa Monte. Entregarei o Arthur na avó e vou lá curtir meu primeiro programa de diversão sem filho. Vou sem culpa e louca para aproveitar!